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14 – SEXTA-FEIRA

32ª SEMANA DO TEMPO COMUM

(verde – ofício do dia)

Chegue à vossa presença, Senhor, a minha oração; inclinai vosso ouvido à minha prece (Sl 87,3).

A natureza, que nos cerca com suas belezas e nos oferece vida abundante, é sinal consistente da benevolência divina. Celebremos, agradecendo os bens da criação e dispondo-nos a viver uma fé consciente e preparada para acolher o agir de Deus em nossa história.

Primeira Leitura: Sabedoria 13,1-9


Leitura do livro da Sabedoria – 1São insensatos por natureza todos os homens que ignoram a Deus, os que, partindo dos bens visíveis, não foram capazes de conhecer aquele que é; nem tampouco, pela consideração das obras, chegaram a reconhecer o Artífice. 2Tomaram por deuses, por governadores do mundo, o fogo e o vento, o ar fugidio, o giro das estrelas, a água impetuosa, os luzeiros do dia. 3Se, encantados por sua beleza, tomaram essas criaturas por deuses, reconheçam quanto o seu Senhor está acima delas, pois foi o autor da beleza quem as criou. 4Se ficaram maravilhados com o seu poder e a sua atividade, concluam daí quanto mais poderoso é aquele que as formou: 5de fato, partindo da grandeza e da beleza das criaturas, pode-se chegar a ver, por analogia, aquele que as criou. 6Contudo, estes merecem menor repreensão: talvez se tenham extraviado procurando a Deus e querendo encontrá-lo. 7Com efeito, vivendo entre as obras dele, põem-se a procurá-lo, mas deixam-se seduzir pela aparência, pois é belo aquilo que se vê! 8Mesmo assim, nem a estes se pode perdoar, 9porque, se chegaram a tão vasta ciência, a ponto de investigarem o universo, como é que não encontraram mais facilmente o seu Senhor? – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 18A(19)


Os céus proclamam a glória do Senhor!

1. Os céus proclamam a glória do Senhor, / e o firmamento, a obra de suas mãos; / o dia ao dia transmite esta mensagem, / a noite à noite publica esta notícia. – R.

2. Não são discursos nem frases ou palavras, / nem são vozes que possam ser ouvidas; / seu som ressoa e se espalha em toda a terra, / chega aos confins do universo a sua voz. – R.

Evangelho: Lucas 17,26-37


Aleluia, aleluia, aleluia.

Levantai vossa cabeça e olhai, / pois a vossa redenção se aproxima! (Lc 21,28) – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 26“Como aconteceu nos dias de Noé, assim também acontecerá nos dias do Filho do Homem. 27Eles comiam, bebiam, casavam-se e se davam em casamento até o dia em que Noé entrou na arca. Então chegou o dilúvio e fez morrer todos eles. 28Acontecerá como nos dias de Ló: comiam e bebiam, compravam e vendiam, plantavam e construíam. 29Mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, Deus fez chover fogo e enxofre do céu e fez morrer todos. 30O mesmo acontecerá no dia em que o Filho do Homem for revelado. 31Nesse dia, quem estiver no terraço não desça para apanhar os bens que estão em sua casa. E quem estiver nos campos não volte para trás. 32Lembrai-vos da mulher de Ló. 33Quem procura ganhar a sua vida vai perdê-la, e quem a perde vai conservá-la. 34Eu vos digo, nessa noite dois estarão numa cama: um será tomado e o outro será deixado. 35Duas mulheres estarão moendo juntas: uma será tomada e a outra será deixada. 36Dois homens estarão no campo: um será levado e o outro será deixado”. 37Os discípulos perguntaram: “Senhor, onde acontecerá isso?” Jesus respondeu: “Onde estiver o cadáver, aí se reunirão os abutres”. – Palavra da salvação.

Reflexão:


O destino de Noé e de Ló, na tradição judaica, era considerado um exemplo da intervenção divina em favor dos justos e da severa punição dos ímpios. As pessoas do seu tempo não são todas pecadoras ou más, eram semelhantes a nós, gente que comia e bebia, casava-se e trabalhava, homens e mulheres ocupados nas atividades do cotidiano. Atividades que muitas vezes nos vão despersonalizando, impedindo-nos de contemplar a beleza que nos rodeia e, sobretudo, a beleza do Deus criador. Uma vida centrada apenas no ativismo estéril se torna sobrevivência e transforma-nos em “profetas da desgraça”. O Evangelho de hoje nos interpela a olhar para o céu, a sair de nós mesmos, das nossas atividades, do nosso pequeno mundo, para que possamos nos abrir à existência criada. Jesus convoca os ouvintes a vigiar, a fim de estarmos prontos diante do julgamento divino.

(Dia a Dia com o Evangelho 2025 - PAULUS)

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